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09 de abril de 2026 às 14:26

Israelense é preso em Phuket por operar agência de viagens com “laranja” tailandês

Um cidadão israelense foi preso ontem, 8 de abril, em Phuket, acusado de operar ilegalmente uma agência de viagens por meio de um “laranja” tailan...

Israelense é preso em Phuket por operar agência de viagens com “laranja” tailandês

Um cidadão israelense foi preso ontem, 8 de abril, em Phuket, acusado de operar ilegalmente uma agência de viagens por meio de um “laranja” tailandês.

Agentes do Departamento de Turismo e da Polícia Turística investigavam agências de viagens irregulares em Phuket quando encontraram duas empresas em desacordo com a lei.

A primeira delas, a Gmat Hospitality, foi flagrada operando por meio de um representante tailandês. Segundo os investigadores, a empresa alterou sua estrutura societária após receber a licença de funcionamento e passou a ter dois diretores: um cidadão tailandês e um israelense.

De acordo com informações divulgadas pela página Phuket Times no Facebook, a Gmat Hospitality não atendia aos requisitos legais para atuar no setor de turismo na Tailândia. Pela Seção 17(1) da Lei de Empresas de Turismo e Guias Turísticos, mais da metade dos diretores de uma empresa do ramo deve ser composta por cidadãos tailandeses.

A polícia prendeu o israelense que constava no quadro societário da empresa, mas não divulgou sua identidade. O relatório também não informou quais punições específicas ele poderá enfrentar.

Segundo a legislação, a violação da Seção 17(1) pode resultar na cassação da licença da empresa. Já os envolvidos na operação de negócios por meio de “laranjas” podem ser condenados a até três anos de prisão, multa entre 100 mil e 500 mil baht, ou ambas as penalidades.

A segunda empresa investigada, Andaman Sunday, cometeu uma infração menos grave: operava em um endereço diferente daquele informado às autoridades no momento da solicitação da licença. Nesse caso, a penalidade prevista é multa de até 500 mil baht.

As autoridades alertaram empresas de turismo em Phuket e em outras províncias para que considerem as prisões como um aviso. Segundo os agentes, a repressão a operadores ilegais está sendo levada a sério, e as fiscalizações continuarão para aumentar a transparência no setor turístico da Tailândia.

Uma operação semelhante foi registrada em Loei, em fevereiro, quando dois homens foram presos por vender ilegalmente pacotes turísticos para Laos a turistas tailandeses.

Em dezembro do ano passado, um britânico também foi preso no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi por operar ilegalmente uma empresa de turismo na Tailândia por mais de dez anos.


Fonte: Thethaiger